Planeta MS-DOS: novo blog dedicado ao MS-DOS

Os amigos portugueses Filipe Veiga, Pedro Pimenta e Ricardo Lé lançaram no último dia 1º de setembro o Planeta MS-DOS, um blog dedicado ao (adivinhem?) MS-DOS. E eles já irão participar em novembro da Inércia Demoparty, evento da demoscene portuguesa. O Planeta MS-DOS é o irmão mais novo (ou um spin-off) do igualmente lusitano – e extremamente reconhecido e competente – Planeta Sinclair (que é capitaneado por André Luna Leão).

O que esperar do novo blog? Curiosidades e informações sobre revistas, livros, software e hardware da época, bem como novos projetos. “Traremos informações exclusivas acerca do que se fez em terras lusas e iremos preservar e divulgar revistas, documentação e, claro, M.I.A. – software que se sabe existir, mas que se desconhece o seu paradeiro, esperando assim mostrar que não é só nos anos 80 que Portugal tem história. Mais ainda, vamos divulgar todo o tipo de notícias relacionadas com novos projetos para MS-DOS, quer sejam aplicativos ou jogos, falar sobre o hardware, entre muitas outras surpresas”, diz o post de boas vindas.

Como amante do rico período do auge do MS-DOS (eles sabem que adoro coletâneas de sharewares e freewares, e conhecem parte do meu acervo), desejo todo sucesso do mundo à malta do Planeta MS-DOS!

Countdown King (Clube MSX, 2019) para MSX 1

Teste seus reflexos e faça apostas com amigos! Countdown King, novo minijogo de MSX 1 que desenvolvi para ser lançado simultaneamente com a Clube MSX #4, já está disponível para download gratuito no FTP da revista. Nele, você está no papel de um aspirante ao trono real e seu objetivo é parar um temporizador na hora certa para provar a todos que você é o Rei da Contagem Regressiva.

Countdown King (Clube MSX, 2019) para MSX 1 | MARIO CAVALCANTI

A única tecla utilizada durante todo o game é a barra de espaços, que serve para iniciar um novo jogo, interromper o temporizador e retornar à tela inicial em caso de sucesso ou de fracasso.

Countdown King (Clube MSX, 2019) para MSX 1 | MARIO CAVALCANTI

Countdown King aparece na página 5 da revista Clube MSX #4 e é o terceiro título distribuído pela Clube MSX, depois de The Grid e The 4 Masters of Melody.

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Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984)

Já falei aqui no blog ou em algum vídeo que meu primeiro micro foi o MC-1000, da CCE. Logo em seguida, ganhei um MSX Expert, da Gradiente. Foi com eles que tive minhas primeiras experiências com programação. Foi no MC-1000, inclusive, que digitei minhas primeiras linhas de código. Encontrei semana passada em um sebo no Santana, bairro da Zona Norte de São Paulo, este que foi nada menos que o primeiro “livro” de programação que comprei (sem contar os manuais de BASIC que acompanhavam o MC-1000 e o MSX). Livro entre aspas, pois trata-se, na verdade, de um livreto de dezesseis páginas com listagens de jogos textuais em BASIC. Jogos esses, como podem observar, com a temática de terror.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Como na época eu era um pré-adolescente, obviamente fui fisgado pela impactante capa de Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984). Qual jovem apaixonado por micros e games naquela época, em meados dos anos 80, não seria atraído por uma capa assim? Os jogos do livro eram simples, textuais mesmo, como os primeiros adventure games, e, assim como os títulos da época, uma boa ilustração de capa (vide os encartes das produções para Atari 2600 e Odyssey) compensava a simplicidade visual dos jogos e mexia com a nossa imaginação.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI
Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Uma das coisas que mais gosto nesse livro é que ele é, digamos, multiplataforma. As listagens contidas nele são compatíveis com micros (nacionais ou importados) das linhas ZX Spectrum, TRS-80, TRS-80 Color, Apple, MSX, PC, Commodore 64 e VIC-20.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Como explica a introdução do livro, “a listagem principal de cada programa é para os micros da família TRS-80. As linhas que precisam ser mudadas para que funcione em outros computadores foram indicadas por símbolos, e as respectivas modificações aparecem no final de cada listagem”.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Para completar, a obra traz ilustrações de terror baseadas nos temas de cada jogo, além de exibir em diversas páginas uma figura simpática — um esqueleto de gravata borboleta — que dá dicas e faz perguntas para atiçar a curiosidade do leitor.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI
Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Apesar de este livro já estar disponível no Datassette em versão PDF, não pude deixar de levar este exemplar, que se encontra em muito bom estado. Depois de tantos anos, o sentimento foi de profunda nostalgia.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Em tempo: a mesma editora lançou outros livretos da mesma coleção: Programas de Jogos de Horror (aparentemente com o mesmo tipo de conteúdo do livreto que comento neste post) e Programas de Jogos de Espionagem.

Livro Programas de Jogos de Terror (Editora Lutécia, 1984) | MARIO CAVALCANTI

Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS

Blue Force é um jogo adventure do tipo point-and-click para MS-DOS. Lançado em 1993 pela Tsunami Games, o jogo é do gênero policial e é de autoria do game designer e ex-policial norte-americano Jim Walls (que também participou da criação de alguns dos jogos da série Police Quest).

Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Esse CD-ROM original do Blue Force faz parte do meu acervo pessoal, e é um dos CDs de PC mais antigos que tenho. O jogo também foi lançado em disquetes de 3.5 polegadas. Como já mencionado, é de 1993, e faz parte de uma época gostosa em que os jogos multimídia ainda estavam se descobrindo. Na capa do encarte, vemos o selo que indica que o jogo é para MS-DOS e para monitores VGA. É da época também em que o Windows 3.11 já estava em evidência, mas os jogos para DOS ainda bombavam.

Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

No jogo, que se passa no ano de 1995 (dois anos após o lançamento do jogo), estamos na pele do policial novato Jake Ryan, que decide reunir pistas para dar continuidade à investigação do assassinato de seu pai (também policial), ocorrido em 1984.

Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI
Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Apesar de em 1996 a Computer Gaming World ter listado o Blue Force como o 37° pior jogo de computador já lançado, gosto muito desse título. Tem uma boa música de fundo (para dar o clima), falas durante o jogo e belos gráficos para a época.

Blue Force (Tsunami Games, 1993) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX

Uma das minhas mais recentes aquisições: cartucho do Prisoner of War (Unepic Fran, 2018), novo game espanhol para MSX. Do gênero ação/stealth e dos mesmos criadores de Ghost, o jogo já está sendo apontado como um Metal Gear de MSX 1. E as referências são claras, incluindo a proposta do jogo, as músicas e até o famoso ponto de exclamação que representa o inimigo dando o alerta. Compartilho abaixo algumas fotos e telas do game.

Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI

Como comprei o jogo ainda na pré-venda, no final ano passado, recebi dois brindes personalizados bem legais: uma dog tag e um manual que menciona meu nome como sendo um herói de guerra. Um belo plus!

Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI
Prisoner of War (Unepic Fran, 2018) para MSX | MARIO CAVALCANTI

Outra coisa bacana é que o jogo está disponível em duas versões: em inglês (Prisoner of War) e em espanhol (Prisionero de Guerra). Um review completo dele estará na próxima edição da revista Clube MSX.

A Clube MSX #3 saiu do forno!

E eis que saiu do forno a nova edição da Clube MSX, revista da qual sou editor com muito orgulho. A Clube MSX #3, nossa edição especial de fim de ano, já pode ser adquirida no site oficial da publicação.

Dessa vez a revista traz como brinde um pôster dupla face dos jogos Gradius e Andorogynus e um presente especial: a primeira edição da Gold Disk, a disk magazine da Clube MSX. Isso mesmo, a revista traz nesta edição de fim de ano um disquete 3 1/2! E o que vem nele? Jogos, utilitários e demos originais para rodar no seu MSX (ou no emulador de sua preferência). Em um próximo post falarei mais sobre a Gold Disk #1.

Revista Clube MSX #3 e Gold Disk #1 | MARIO CAVALCANTI

ATRAÇÕES DA TERCEIRA EDIÇÃO

Entre os atrativos da edição especial estão um guia com dicas de onde e como comprar itens de MSX em Tóquio e em Osaka, um artigo sobre demos de Natal, um short review do KimoHachi (um MSX 2+ japonês e modular lançado este ano), uma matéria especial sobre a passagem da SEGA pelo MSX, um artigo sobre novos jogos japoneses para a plataforma e a primeira parte de um especial sobre o MSX-DOS.

Revista Clube MSX #3 | MARIO CAVALCANTI

ESPECIFICAÇÕES DA REVISTA:

Clube MSX nº 3
Número de páginas: 40
Ano: 2018
Período: Outubro-Dezembro
Idioma: Português
Formato: Impresso
Dimensões: 20,5 cm x 27,5 cm
ISSN: 2595-1076

Demo Happy Halloween 2018 (MSX 1)

Feliz Dia das Bruxas! Fiz um pequeno demo em MSX BASIC para a revista Clube MSX para celebrar a data. O Happy Halloween 2018 roda em MSX 1 ou superior e mostra aleatoriamente pela tela personagens e objetos tradicionais (caracteres redefinidos) da cultura do Halloween. A ROM pode ser baixada aqui, ou você também pode rodá-lo diretamente no seu navegador clicando aqui.

Imagitec CD-ROM 6 Pack com Rise of the Triad para MS-DOS (1994)

Foi ainda em meados dos anos 90, ali mais ou menos entre Wolfenstein 3D e Doom, que conheci Rise of the Triad (Apogee, 1994) — ou ROTT —, seguramente um dos principais precursores do gênero FPS. E recentemente consegui arrematar essa bela joia, uma das coletâneas de shareware em CD-ROM da Imagitec, com ROTT na capa e outros jogos de DOS.

Aliás, que linda cada. Quem conhece um pouco dos meus gostos no colecionismo retrô sabe que eu curto muito CD-ROMs de PC do início dos anos 90 e também coletâneas de shareware e freeware. Esse encarte é simplesmente lindo e carrega uma estética que me atrai muito nesse tipo de CD. Mais um que vai pra coleção. Mas vamos analisar cada cantinho desse encarte.

Imagitec CD-ROM 6 Pack com Rise of the Triad para MS-DOS (1994) | MARIO CAVALCANTI

A começar pela Imagitec. Para quem não sabe, a Imagitec Multimedia Corporation (ou simplesmente Imagitec) foi uma empresa canadense que produzia coletâneas de shareware. Ela foi criada em 1994 e, pasmem, descontinuada dois anos depois, bem ainda na Era de Ouro da Multimídia no PC. Muitas de suas coletâneas foram vendidas nos Estados Unidos. E como todo CD do tipo que era vendido nos EUA, muitos chegavam aqui no Brasil por pessoas que viajavam para lá, ou através de kits multimídia, ou através de softhouses (leia piratohouses) e comerciantes de micros 386 e 486. Mais ou menos nessa época, em meados dos anos 90, eu era sócio de uma locadora de CD-ROMs para PC que tinha vários CDs de coletâneas, e eu ouvia muito essas histórias de como eles obtinham os títulos.

Voltando ao encarte, no canto superior esquerdo vemos o selo “Imagitec CD-ROM 6 Pack“, que mostrava que ali vinham seis jogos (no caso desse 6 Pack, além do Rise of the Triad vinha ainda Hocus Pocus, Alien Carnage, Monster Bash, Boppin e Wacky Wheels). Joguei bastante na época Alien Carnage e Hocus Pocus. Existiam ainda outras linhas, como a “Imagitec CD-ROM 20 Pack“, que tinha a mesma estética, porém trazendo vinte jogos.

Imagitec CD-ROM 6 Pack com Rise of the Triad para MS-DOS (1994) | MARIO CAVALCANTI

No canto inferior esquerdo vemos o logo da grande Apogee Software, desenvolvedora de ROTT. Esse logo é muito nostálgico. A Apogee era por vezes sinônimo de jogos de MS-DOS de qualidade e adotava bastante o modelo de shareware na distribuição de seus títulos.

Imagitec CD-ROM 6 Pack com Rise of the Triad para MS-DOS (1994) | MARIO CAVALCANTI

No lado direito do encarte vemos os outros cinco jogos já mencionados e, mais abaixo, outro selo, Imagination Station, que acompanha as coletâneas da Imagitec. Já no topo do encarte, vinha, sabe-se lá por quê, o descritivo “virtual reality” e mais um selo, Multi-Lingual Advantage, que indicava que o menu da coletânea estava disponível em vários idiomas, inclusive o português.

Imagitec CD-ROM 6 Pack com Rise of the Triad para MS-DOS (1994) | MARIO CAVALCANTI

Imagitec CD-ROM 6 Pack com Rise of the Triad para MS-DOS (1994) | MARIO CAVALCANTI

E falando em menu, mais uma curiosidade: a parte interna do encarte trazia um código (não chegava a ser um serial number, era um código mesmo), que servia para dar acesso ao menu para rodar os jogos (uma espécie de proteção bobinha criada pela Imagitec para dar mais legitimidade às suas coletâneas).

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX

O Bee Card é um cartão de armazenamento de informação produzido ainda nos anos 80 pela japonesa Hudson Soft como forma de distribuição de software para os computadores da linha MSX. Ele tem dimensões de 8,5 cm x 5,5 cm, similares às de um cartão de crédito. Para usá-lo, é necessário ter um cartucho Bee Pack, que o usuário deve conectar em um slot do MSX. O Bee Card, por sua vez, é inserido no Bee Pack. Depois disso é só ligar o micro, e o jogo (ou programa) aparece na tela.

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Nas fotos estão o Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e o cartucho Bee Pack. Sempre gostei muito de cartões como forma de armazenamento de jogos, talvez por eles nunca terem existido oficialmente por aqui (mas eram extremamente populares no Japão). Quem viveu nessa época sabe que os meios de armazenamento que mais usávamos em micros domésticos e consoles clássicos eram fitas cassetes, disquetes e cartuchos.

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Além do MSX, consoles como Master System e PC Engine também tinham seus próprios cartões, e acho todos lindos. Inclusive, os famosos HuCards, os cartões do PC Engine, nasceram de uma colab entre Hudson SoftNEC (fabricante do PC Engine). Os HuCards são uma versão levemente mais fina dos Bee Cards.

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Apenas cerca de dez jogos e aplicativos foram lançados no formato Bee Card, incluindo um da Konami (Pooyan), o que não quer dizer que sejá fácil ou barato colecioná-los. Destaque para o logo da Hudson Soft no Bee Pack e no Bee Card. Sua abelhinha é nostálgica. Se tem logo da Hudson com abelhinha, eu curto.

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Bee Card do jogo Baseball Craze (Hudson Soft, 1984) e Bee Pack para MSX | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS

Voyeur está na categoria de jogo-filme interativo. Lançado pela Philips Interactive em 1993 primeiramente para o Philips CD-i, o game ganhou em 1994 uma versão para MS-DOS pelas mãos da Interplay (essa que aparece na foto, que eu adquiri em uma feirinha de antiguidades) e uma para Mac pelas mãos da MacPlay.

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Em Voyeur o jogador assume o papel de um detetive particular contratado para encontrar provas que possam derrubar o corrupto Reed Hawke, interpretado no jogo pelo ator e roteirista americano Robert Culp (que faleceu em março de 2010).

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Na época o jogo se destacou pelos trechos de vídeo, que davam grande realismo ao jogo, e pelo conteúdo adulto, que incluía cenas bem picantes. É belíssimo também em termos de produto, com uma capa e com um encarte muito bem trabalhados.

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur (Interplay, 1994) para MS-DOS | MARIO CAVALCANTI

Voyeur faz parte da Era de Ouro da Multimídia no PC, período que eu simplesmente amo, quando havia muitas descobertas e experimentações em termos de entretenimento multimídia e de jogos interativos. O vídeo abaixo mostra o que estou tentando dizer.